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Na verdade, não há contraindicação absoluta de exercícios no Método Pilates, e sim um cuidado redobrado com a aplicação de seus princípios (fluidez, concentração, controle, respiração, precisão e centralização) em conjunto com a escolha dos movimentos que alonguem a musculatura já citada como vilã do nervo ciático e fortaleçam a musculatura estabilizadora/antagonista.
Uma dor nas costas refere-se à dor constante sentida nas costas, especialmente nas áreas da parte média e inferior. O tipo de estilo de vida, condições de trabalho, sentado em um computador durante longas horas e hábitos alimentares são responsáveis ​​por dores nas costas. Verificou-se que eles podem ocorrer devido a uma postura inadequada por longos períodos de tempo. O uso de saltos altos também resulta em alongamento extenuante dos músculos, resultando em dores nas costas. Algumas das outras causas de dor nas costas incluem levar coisas pesadas forçando as costas, gravidez e certas doenças, como distúrbios renais, irregularidades no ciclo menstrual, meningite, obesidade, gripe, osteoporose ou artrite.
O artigo Could Hands be a New Treatment to Fibromyalgia? A Pilot Study (doi: 10.4172/2165-7025.1000394), de Juliana Silva Amaral Bruno, Daniel Marques Franco, Heloisa Ciol, Anderson Luis Zanchin, Vanderlei Salvador Bagnato e Antonio Eduardo de Aquino Junior, pode ser lido em www.omicsonline.org/open-access/could-hands-be-a-new-treatment-to-fibromyalgia-a-pilot-study-2165-7025-1000393.pdf.

Artigos científicos vêm mostrando que existem inúmeras circunstâncias que contribuem para o desencadeamento da dor lombar, como insatisfação com o trabalho, excesso de peso ou obesidade, hábito de fumar, sedentarismo, síndromes depressivas, fatores genéticos e antropológicos, alterações climáticas, modificação na pressão atmosférica, dentre outros.


O grupo de BP6 apresentou menor taxa de cesárea entre os grupos deste estudo. Já o GC, com 15,4% a mais de cesárea em relação ao grupo BP6, aproximou-se da taxa registrada no último relatório anual da instituição onde se realizou o estudo (44,5% de cesáreas em 2013); f porém, na análise estatística, não apresentou diferença significativa. Contrariamente, dois ECR mostraram redução significante no número de cesáreas, sendo de 10,0% dessa via de parto em um dos estudos 18 e 12,8% no outro. 7 No entanto, esses estudos incluíram somente mulheres nulíparas ou sem cesárea anterior. 

A dor nas costas, antes ou durante a menstruação, ocorre em mulheres jovens, sem filhos, com menstruação abundante, fumadoras, com um índice de massa corporal abaixo de 20Kg/m2 e com ciclos longos e/ou irregulares de uma forma mais frequente, apesar de poder atingir as mulheres sem qualquer um dos fatores de risco atrás enunciados. Dismenorreia é o termo clínico para nos referimos à menstruação dolorosa, dores menstruais ou cólicas menstruais, atingindo não apenas as costas mas toda a região abdominal (mais frequente).

No século passado, atribuía-se o grande número de pessoas com dor lombar aos esforços feitos pelo corpo de forma repetida e errada, e com o desenvolvimento tecnológico, a tendência seria diminuir, já que hoje, se quisermos, não precisamos nem sair de casa para nada. E quanto aos atletas, seres fortes, saudáveis, com abdominais invejáveis (para alguns), exemplos de saúde, qual a razão de também sofrerem com as malditas dores? Fortalecer a musculatura ou alongar? Só abdominal resolve? Perguntas como estas são diárias nos consultórios e academias, só que não é tão simples assim. A boa saúde de nosso organismo como um todo depende de uma diversidade de fatores, em sua maioria, muito simples e que muitos teimam em complicar. Para um corpo ser saudável, ele precisa de fortalecimento e atividade, alongamento e repouso, além, é claro, de uma boa nutrição e hidratação.
Parece que a náusea é parte da vida, esteja você grávida, de ressaca, fazendo tratamento por quimioterapia, ou enjoado. Embora você possa ter ouvido falar de acupuntura, uma terapia com agulhas, a acupressão é uma terapia que simplesmente se baseia na massagem dos principais pontos de pressão para aliviar os sintomas. Ela é uma maneira rápida e barata de lidar com náuseas, sem efeitos colaterais nocivos, embora pesquisas ainda sejam necessárias para provar sua eficácia.[1]Aprenda os pontos de pressão, em seguida, use seus dedos ou uma pulseira para começar a sentir alívio!

Consenso brasileiro do tratamento da fibromialgia57Rev Bras Reumatol 2010;50(1):56-66INTRODUÇÃOA bromialgia é uma das doenças reumatológicas mais frequentes, cuja característica principal é a dor musculoesquelética difusa e crônica.Em um estudo realizado no Brasil, em Montes Claros, a bromialgia foi a segunda doença reumatológica mais frequen-te, após a osteoartrite. Neste estudo, observou-se prevalência de 2,5% na população, sendo a maioria do sexo feminino, das quais 40,8% se encontravam entre 35 e 44 anos de idade.1Além do quadro doloroso, estes pacientes costumam queixar-se de fadiga, distúrbios do sono, rigidez matinal, parestesias de extremidades, sensação subjetiva de edema e distúrbios cognitivos. É frequente a associação a outras comorbidades, que contribuem com o sofrimento e a piora da qualidade de vida destes pacientes. Dentre as comorbidades mais frequentes podemos citar a depressão, a ansiedade, a síndrome da fadiga crônica, a síndrome miofascial, a síndrome do cólon irritável e a síndrome uretral inespecíca.2 Os portadores da bromialgia utilizam-se de mais terapias analgésicas e procuram os serviços médicos e de diagnóstico com maior frequência que a população normal. Dessa forma, não é de se estranhar que nos EUA seus custos de saúde anuais cheguem a U$ 9.573,00 por paciente, representando gastos 3 a 5 vezes maiores do que a população em geral.3 Uma parcela con-siderável destes custos pode ser economizada quando o paciente tem seu diagnostico realizado e é tratado corretamente, evitando exames complementares desnecessários e medicamentos inúteis para o seu tratamento.4 Embora seja uma doença reconhecida há muito tempo, a bromialgia tem sido seriamente pesquisada somente há três décadas. Pouco ainda é conhecido sobre sua etiologia e pato-gênese. Até o momento, não existem tratamentos que sejam considerados muito ecazes.A bromialgia é uma síndrome primariamente pesquisada e tratada por reumatologistas principalmente por envolver um quadro crônico de dor musculoesquelética, mas frequentemente estes pacientes requerem um acompanhamento multidiscipli-nar com o objetivo de alcançar uma abordagem ampla e mais completa de seus sintomas e comorbidades.Em 2004, a Sociedade Brasileira de Reumatologia publi-cou as primeiras diretrizes da bromialgia, com o objetivo de direcionar o diagnóstico e o tratamento desta síndrome.5 O objetivo da gestão SBR 2006-2008 neste trabalho não foi somente o de atualizar as diretrizes do tratamento da bromial-gia, mas foi o de inovar, ao reunir especialistas de outras áreas médicas com conhecimento desta síndrome, para elaborarem um consenso sobre seu tratamento.METODOLOGIAOs temas revisados foram divididos em três categorias: 1) importância do diagnóstico da bromialgia com recomen-dações gerais; 2) tratamento medicamentoso; 3) modalidades terapêuticas não medicamentosas. Os graus de recomendação e os níveis de evidência cientíca utilizados foram os do Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira.6 A metodologia utilizada foi a do Sistema BASCE,7 método organizacional desenvolvido pela consultoria Axia.Bio com o objetivo de minimizar desvios e direcionamentos dos resul-tados sendo baseada em critérios cientícos já estabelecidos pela literatura. O sistema BASCE propõe uma abordagem sis-temática para adaptação de diretrizes (guidelines) e consensos produzidos em diferentes cenários, observando a resposta de questões relevantes ao cenário local, por meio da apresentação de resultados de forma explícita e transparente, para que o material produzido tenha qualidade e validade cientíca local através de: Busca ampla e sistemática na literatura médica por diretri-zes (guidelines) e consensos referentes a determinada doença; Avaliação estruturada destes, com participação de quatro ou mais especialistas locais que fazem a Seleção do material a ser utilizado, com base em pontuações; Grupo de Consenso e revisão externa com outros oito ou mais especialistas locais; Estruturação de material adaptado para a realidade local.Este processo foi dividido em duas etapas.Primeira etapa: Preparação das questões que seriam deliberadas pelo grupo do consensoPara tal foi realizada pesquisa bibliográca em bancos de dados das diretrizes (guidelines), metanálises e revisões sistemáticas sobre bromialgia.A busca de literatura no portal Pubmed ocorreu através da seguinte estratégia de busca: (“bromyalgia” [MeSH Terms] OR “bromyalgia”[All Fields]) AND systematic[sb] AND ((“1”[PDAT] : “2008/06/13”[PDAT]) AND (English[lang] OR Spanish[lang] OR Portuguese[lang])), sendo encontrados 109 trabalhos, dos quais 24 demonstraram ser publicações que atendiam aos objetivos da busca e, posteriormente, foram capturados no seu formato de texto completo (full text). Fo-ram selecionados 15 trabalhos, na sua maioria metanálises, e também diretrizes (guidelines).8-22Na biblioteca Cochrane, o termo “bromyalgia” retornou um artigo na sessão de metanálises completas.23 Na parte de protocolos, foram observados dois projetos que ainda não estavam nalizados.
Segue-se o cotovelo, como a segunda região de maior incidência de lesões (sobretudo no atleta amador). O denominado “cotovelo do golfista” (inflamação do epicôndilo medial – face interna) deve-se sobretudo ao contacto precoce do taco com a relva, provocando uma carga excessiva sobre os tendões que se inserem no epicôndilo. Do lado oposto temos o “cotovelo do tenista” (inflamação do epicôndilo lateral – face externa) que pode ter origem no excesso de uso e de swings realizados, essencialmente no cotovelo direito, no caso dos destros. Estas lesões aumentam com a frequência do jogo e com a idade. 
Labor duration was calculated by dividing the labor duration into three categories (Table 2). The mean labor duration (from the beginning of rhythmic and painful contractions reported by the patients until treatment) was greater in CG but had no statistical difference at the established level of significance (p < 0.0167). Nevertheless, the mean labor duration in SP6G was 176.5 min less than that in TG, and 160.4 min less than that in CG, influencing the total labor duration in the three groups.
Muitos desses fatores de risco provocam a inflamação, o que torna mais difícil para se curar de lesões e aumenta a dor. Para combater a inflamação e melhorar suas chances de alcançar o nervo ciático de socorro mais rapidamente, certifique-se de comer um nutriente-densos cura dieta, evitar o tabagismo/usar drogas e fazer exercício físico e a boa noite de sono.
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